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O Barbas – Catedral

O Barbas – Catedral

Praia do BARBAS/CDS, Apoio 13, 2825-391 Costa De Caparica, Setubal, Portugal

Restaurante “O BARBAS” Catedral, ou melhor, a “Casa Mãe” fundada em 1979,
com um lugar de destaque na Restauração do país, como além-fronteiras.
O novo espaço de estilo contemporâneo com brilho próprio e com uma vista excepcional sobre o mar e Lisboa, foi pensado na forte personalidade “O BARBAS”, com excelência na gastronomia portuguesa e orgulho da sua paixão futebolística, o Sport Lisboa e Benfica, vivida diariamente.

HISTÓRIA – “O BARBAS”

Foi na Aldeia de Madeirã, Oleiros, na Beira Baixa de Portugal, que no dia 19 de Julho de 1945 nascia aquele que é hoje um dos adeptos benfiquistas mais carismáticos. Chamam lhe BARBAS, precisamente porque a sua longa barba e cabelos compridos são a sua imagem de marca, casado e com dois filhos, mas o seu nome é António Ramos, embora poucos o saibam… Curiosamente ou não, o primeiro contacto que teve com o nome BENFICA foi pela voz do assumido sportinguista Artur Agostinho. “Era ainda menino, andava a trabalhar nas terras e era através da rádio, porque ainda não havia outra maneira, que ouvia os relatos dos jogos. E ouvir o Artur Agostinho a gritar um golo do BENFICA marcou me para sempre. Posso dizer que foi pela sua voz que comecei a ser do BENFICA (risos).” De pequenino, ainda na sua Aldeia, trabalhava no campo, na agricultura, ajuda a sua família e aos domingos, no adro da igreja, juntamente com os seus compinchas lá reinventavam os jogos de Futebol, aqueles que naquela altura só se ouviam na rádio, em reuniões específicas para o efeito. Marcava uns “golitos”, pois até tinha jeito, festejava-os, mas nada se comparava com aquela voz, com Artur Agostinho, aquele sportinguista que gritava na rádio os golos do BENFICA. Filho de António Ramos e Maria dos Santos, com mais três irmãos, aos 12 anos viajou até Lisboa, em busca de melhores condições de vida, vindo viver para casa de um dos tios, Francisco Pedro. E foi esse Tio, um apaixonado pelo BENFICA, que o levou pela primeira vez a assistir ao vivo aqueles jogos que até então ouvia pela rádio. Foi na Estância de Madeira e apesar de não se recordar do jogo, algo o marcou para sempre e desde então pisou todos os estádios por onde o Clube passou. Começou a trabalhar numa casa de pasto, seguindo-se vários empregos em casas de restauração. Entretanto, surgiu a vida militar. Primeiro na Cavalaria, na calçada da Ajuda, depois a Marinha.. e foi no mar que concretizou dois desejos. Longe da ditadura do regime, andou embarcado, deixou crescer a famosa BARBA e os longos cabelos que Salazar lhe negava e foi também no mar que aproveitou para ver os primeiros jogos do BENFICA no estrangeiro, AJAX-BENFICA em Amesterdão, juntamente com os colegas, um hábito que nunca mais perdeu! Desde o 25 de Abril, o regresso a Portugal, a sorte grande num boletim do totobola, com esses 11 mil escudos (ganhava 450 escudos por mês) que ganhou dirige-se ao Jardim do Regedor, antiga secretaria do clube e torna-se sócio vitalício do BENFICA nº 6111 e começa na Indústria Hoteleira. Teve vários estabelecimentos, um dos mais conhecidos na calçada da Ajuda, contudo ao fim de seis meses o proprietário do espaço quis aumentar a renda e António Ramos não aceitou e partiu em busca de nova oportunidade de negócio. Na mesma zona da Ajuda, Boa-Hora, encontrou outra casa que também começou a trabalhar bem, e eis que novamente a sorte grande, desta vez a lotaria, lhe bateria á porta pela segunda vez juntamente com mais 5 apostadores que tinham comprado a cautela em sociedade. A cada um coube 6 mil contos. E da Ajuda para a Costa de Caparica, para o primeiro Restaurante O BARBAS… Já lá vão mais de 30 anos e recentemente lhe surge uma nova aventura na sua vida, O BARBAS original deixa de funcionar e findos 4 meses, mesmo ao lado do antigo, em Dezembro dia 25 de 2008 abre um dos novos e actuais Restaurantes O BARBAS, designado O BARBAS Catedral, inserido no Programa Polis da Costa de Caparica, visto que o espaço anterior abrangia duas concessões. Em Agosto de 2009 inaugura com o plantel do BENFICA a outra concessão, Restaurante O BARBAS Tertúlia. Os clientes continuam a ser fiéis e isso também ajuda, mas António Ramos prefere o antigo, pois com mais idade o antigo tem outro valor. De 400 lugares para 150 lugares, mais de mil quadros de história expostos no antigo… Costuma dizer que se passou o mesmo com o estádio da Luz, de 120 mil para 65 mil lugares para ficar com outras condições. Nos restaurantes novos continuam as especialidades gastronômicas, tal como no novo estádio se celebram golos e títulos, tal como os clientes continuam a encher a casa, tal como os sócios vão ao estádio.

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